domingo, 5 de setembro de 2010

Dilma continua subindo e o candidato das elites está cada vez mais próximo de Marina Silva


Tracking Vox Populi/Band/iG: Dilma 53%, Serra 24%


No quarto dia de medição, petista oscila positivamente dentro da margem de erro

Dilma Rousseff (PT): 53% (subiu 1 ponto)
José Serra (PSDB): 24% (manteve-se empacado)
Marina Silva (PV): 8% (também não variou)
Brancos e nulos: 4%
Indecisos: 10% (1 ponto a menos que no levantamento do dia anterior)
Outros candidatos: 1%.

Na pesquisa espontânea:
Dilma: 42% (subiu 1 ponto)
Serra: 19% (empacado)
Marina: 6% (na mesma)

Dilma lidera em todas as regiões do país.
Na região Nordeste, tem 70% dos votos contra 15% de Serra e 5% de Marina.
Serra "perde por menos" na região Sul, onde ele soma 30% e Dilma tem 49%.


Via blog Os amigos do Presidente Lula

sábado, 4 de setembro de 2010

Uma história grandiosa

Via Terror do Nordeste

História de Lula é maior do que a de Gandhi, diz ator intérprete de pacifista indiano


Se Serra que, conforme Lula, tem dor de cotovelo por não ter um cabo eleitoral como ele, depois dessa notícia ele vai endoidar o cabeção de vez.


O ator britânico Ben Kingsley considera que a história de vida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi "maior" do que Mahatma Gandhi, que liderou a independência da Índia do domínio britânico e reconhecido como um dos maiores pacifistas da história, informou a colunista Mônica Bergamo na edição de hoje da Folha. A coluna completa está disponível apenas para assinantes do jornal e do UOL.

A declaração foi dada após o ator assistir à exibição do filme "Lula, o Filho do Brasil" em Londres nesta semana. "Esse filme é importante para o mundo todo. A história dele [Lula] é maior que a de Gandhi", disse.

Kingsley interpretou o próprio pacifista indiano no filme "Gandhi". A atuação lhe rendeu o Oscar de melhor ator em 1982.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Foz do Iguaçu recebe Lula, Dilma e Osmar

Do blog Brasil! Brasil!

Lula e Dilma voltam ao Paraná e pedem votos para Osmar Dias

Roger Pereira, Portal Terra

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou, na noite desta quinta-feira (2), em Foz do Iguaçu, seu segundo comício no Paraná durante esta campanha eleitoral. Acompanhado da candidata à presidência pelo PT, Dilma Rousseff, Lula voltou ao Estado para pedir votos para Osmar Dias (PDT) candidato ao governo, cumprindo a promessa de visitar com frequência o Paraná, feita ao senador pedetista para convencê-lo a aceitar ser candidato de Dilma.

Para a campanha de Osmar, o evento foi batizado de "o comício da virada", uma vez que o pedetista está entre 13 e 16 pontos atrás de seu adversário, Beto Richa (PSDB) nas últimas pesquisas de intenção de voto Ibope e Datafolha, divulgadas na semana passada.
Colar Osmar à imagem do presidente e mostrá-lo como o candidato da ex-ministra Dilma Rousseff no Paraná é a principal estratégia da campanha do pedetista para tentar tirar a diferença imposta por Beto Richa, uma vez que, segundo pesquisa Datafolha (19550/2010 - TRE/PR) 42% dos eleitores de Dilma no Paraná declararam voto em Beto Richa.

Ao contrário do comício de Curitiba, no dia 31 de julho, quando dividiu seu discurso em pedidos de voto para Dilma e Osmar (pois Dilma ainda estava tecnicamente empatada com José Serra - PSDB e perdia para o tucano no Paraná e na Região Sul) Lula, desta vez, priorizou o candidato a governador e pediu para que o eleitor de Dilma também eleja o pedetista para o governo. "É importante votar num governador que tenha boa relação com o presidente da República. Osmar é um homem que merece não só apoio de vocês, mas o meu apoio para ser eleito governador do Paraná", declarou Lula.

Sobre Dilma, Lula repetiu que está na hora de o Brasil eleger sua primeira presidente mulher e provocou o adversário José Serra (PSDB) com números das pesquisas. "Nosso adversário bateu tanto na Dilma, mas acabo de descobrir que ela está 12 pontos na frente dele em São Paulo", base eleitoral do tucano. A ex-ministra de Lula também reforçou o pedido de votos a Osmar: "precisamos de parceiros para dar sequência nas mudanças. Temos que eleger a chapa completa, nossos deputados estaduais e federais, Gleise e Requião (candidatos ao Senado) e Osmar Dias para governador", declarou. Osmar agradeceu o apoio, disse estar confiante em uma possível virada. "O presidente Lula disse que minha eleição aqui no Paraná para ele é uma questão de honra porque representa a garantia de continuidade dos programas sociais e da parceria efetiva entre os governos federal e estadual", relatou Osmar.”

Foto: Divulgação

Pesquisa Tracking Vox/Band/iG: Dilma tem 52%, Serra 24%

Via Tijolaço.com

Parece que o balão de ensaio que o aliado de Serra, Roberto Jefferson, quis criar com a pesquisa Ibope a ser divulgada mais tarde foi furado pelo tracking diário do Vox Populi/Band/IG, que apontou uma oscilação positiva para Dilma e uma negativa para Serra.

No terceiro dia das medições, Dilma tem 52% das intenções de voto, 1 ponto percentual a mais que nos dois dias anteriores, e Serra tem 24%, um ponto percentual a menos que na quarta e quinta-feiras.

Marina tem 8%, um ponto a menos que nas últimas pesquisas; brancos e nulos são 4%; indecisos, 11%, e os outros candidatos têm 1%. As oscilações estão dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

Na pesquisa espontânea, Dilma tem 41%, Serra 19% e Marina Silva 6%.

Segundo o tracking, Dilma lidera em todas as regiões do país, com melhor desempenho no Nordeste, onde tem 68% dos votos contra 15% de Serra. No Sul, Dilma tem 47% dos votos, e Serra 31%.

A pesquisa, publicada diariamente pelo IG, ouve novos 500 eleitores a cada dia. A amostra é totalmente renovada a cada quatro dias, quando são totalizados 2.000 entrevistados

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

DO ATO FALHO INICIAL AO ATO CADUCO FINAL

DO BLOG DO FAVRE

José Serra, o político Datena

José Serra começou a campanha eleitoral anunciando sua candidatura no programa policial do apresentador Datena. Foi respondendo a uma entrevista e sem premeditação que o tucano confirmou que disputaria a presidência da República.

O anuncio de sua candidatura foi um duplo ato falho, percebe-se agora. Traído pelo inconsciente, acabou falando como candidato durante a entrevista, e finalmente assumiu de forma inesperada sua candidatura. O que não se sabia então é que o ato falho incluía sua determinação para concluir a campanha em palco midiático-policial semelhante.

Hoje, perante o desabamento de suas pretensões presidenciais, é de forma desesperada em que recorre a acusações sem provas para tentar reverter o resultado que se apresenta como claramente desfavorável.

Começou no Datena e vai concluir na delegacia. O simbolismo da campanha tucana em 2010 é patético.

No plano político a manipulação grotesca e a falta de rumo, foram a marca de Serra. Percebidas pela quase totalidade dos analistas políticos e até pelos seus correligionários e aliados, o que precipitou o processo de descomposição política do personagem. Confirmando assim o ditado que diz que quanto mais alto sobe o macaco na arvore, mais ele mostra sua bunda.

Seu primeiro grande discurso de campanha, saudado com entusiasmo pela mídia, invocou a candidatura de união dos brasileiros. Ato seguido proclamou o presidente Lula, alguém acima do bem e do mal, do qual pretendia assegurar a continuidade. Abandonando FHC ao ostracismo, içou Lula ao rol de estadistas, para na garupa se atribuir a etiqueta a ele mesmo.

Hoje, após perder a liderança nas pesquisas e perante o resultado do fracasso de sua tentativa de estelionato eleitoral, solicita ao TSE a impugnação de sua adversária, com base em acusações irresponsáveis e caluniosas.

Curioso fim político da campanha tucana. O governo do qual se pretendiam como mais preparados para dar continuidade, virou hoje o coveiro da liberdade e da democracia.

Em apenas três semanas, o estadista Lula é insultado como fascista pelo patético Serra.

“Quando os tiranos ou candidatos a tiranos desejam subjugar uma sociedade, começam restringindo a liberdade”, afirmou no Encontro com Prefeitos, organizado pela campanha tucana. “Aqueles que foram de esquerda e que hoje não são nem isso nem aquilo são mais para fascistas”, completou.

O Brasil não merece um candidato com tamanho despreparo e nem a oposição merecia ser arrastada ao péssimo vaudeville de seu destemperado candidato.

Falta um mês para o país relegar o personagem ao merecido esquecimento. Esperemos que seja o mesmo tempo que leve a oposição a virar a pagina de 8 anos de desacertos, desserviços e incompetência.

O país precisa não só de Dilma, para dar continuidade ao trabalho do presidente Lula. Precisa também de uma oposição consistente, solida e programática como complemento indispensável à consolidação de sua preciosa democracia.

LUIS FAVRE.

A ATUAÇÃO ILEGAL DA MÍDIA A FAVOR DA OPOSIÇÃO NO PROCESSO ELEITORAL

VIA BLOG DO MIRO

TVs serão questionadas na Justiça

Reproduzo o alerta de Eduardo Guimarães, publicado no blog da Cidadania:

Tem início, neste post, a nova campanha do Movimento dos Sem Mídia por adesões à Representação que a ONG fará à Justiça Eleitoral brasileira contra o desafio da lei que regula as eleições no país, desafio esse representado pela prática ilegal de concessões públicas de rádio e tevê manifestarem opinião favorável a pelo menos um candidato no processo eleitoral de 2010.

O que é mais grave nessa prática é que o candidato favorecido pelas concessões públicas em tela disputa a Presidência da República, o que torna inaceitável que possa ter êxito em alcançar cargo dessa importância valendo-se de favorecimento ilegal por meios que pertencem a toda a sociedade e não, apenas, a grupos políticos amigos e/ou aliados dos concessionários.

Após debates e estudos, a Presidência e a Diretoria Jurídica do Movimento dos Sem Mídia compuseram minuta da Representação que será feita em benefício de eleições livres, limpas e democráticas, sem concurso de estratégia ilegal como é o uso de uma concessão pública em benefício de interesses particulares de grupos políticos e de empresários do setor de comunicação.

Trata-se de um documento preliminar que abro para contribuições, alterações e supressões por parte dos leitores deste blog durante o processo de finalização da medida a ser encaminhada à Procuradoria Geral Eleitoral em Brasília no menor prazo possível. Abaixo, a minuta da Representação.

*

Representação do Movimento dos Sem Mídia – MSM à Procuradoria Geral Eleitoral Federal – PGE sobre possível atuação ilegal de órgãos de mídia no atual processo eleitoral.

A Lei Federal nº 9.504, promulgada em 30/09/1997 e conhecida como Lei Geral das Eleições, regula o processo eleitoral deste ano no Brasil e dispõe, em seu artigo 45, sobre condutas vedadas aos veículos de mídia, visando o respeito à lei de propaganda eleitoral permitida e garantir as condições de igualdade e isonomia entre os candidatos que disputam o pleito.

Determina o artigo 45 da Lei :

– A partir de 1º de Julho do ano da eleição, é vedado às emissoras de rádio e televisão, em sua programação normal e noticiário:

III – veicular propaganda política ou difundir opinião favorável ou contrária a candidato, partido, coligação e aos seus órgãos ou representantes;

IV – dar tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação;

Ocorre que, neste ano, a campanha eleitoral de 2010, como já havia ocorrido na de 2006, foi fartamente discutida pela sociedade brasileira. Vários órgãos de mídia, principalmente redes de televisão e rádio, podem estar avançando e extrapolando os limites da legalidade fixados na Lei 9.504/97 no que diz respeito a tratamento igualitário aos candidatos que disputam estas eleições. Pela cobertura e abrangência que possuem sobre o território brasileiro, esses meios de comunicação podem influir decisivamente na vontade soberana do eleitorado distorcendo e influindo ilegalmente no resultado do pleito que se avizinha, ao arrepio do que determina a lei eleitoral supracitada.

A questão das redes de televisão e rádio é muito grave e afeta diretamente o interesse público, pois essas empresas somente funcionam porque exploram concessões públicas, outorgadas pelo Estado brasileiro. Portanto, exploram um bem que pertence a todos os cidadãos, o chamado espectro eletromagnético, através do qual transmitem e retransmitem programação para todo o território nacional, de maneira que essa programação não pode ser usada para incentivo, defesa ou promoção de grupos políticos determinados, pois constitui infração do que determina a legislação eleitoral vigente.

Sem a autorização do Governo Federal para funcionarem nos termos da lei que regula a matéria, as emissoras de TV e rádio não podem efetuar a transmissão de suas programações no território nacional e, assim, essas empresas de comunicação, mais do que qualquer outra organização ou entidade juridicamente constituída perante as leis brasileiras, têm que se ater aos termos das prerrogativas contidas nas concessões públicas que detêm e também devem obedecer rigorosamente a quaisquer restrições legais que se interponham.

Não obstante a legislação eleitoral, como mero exemplo do que vem ocorrendo relata-se aqui que certas redes de televisão e rádio podem ter extrapolado os limites da lei no que diz respeito a tratamento igualitário que devem dispensar aos candidatos que disputam o cargo de Presidente da República, sendo fato amplamente comentado pela população e por blogs e sites na internet que está havendo favorecimento ao candidato do PSDB, José Serra. São anomalias como as de 1º de setembro último, por exemplo, quando um apresentador e um comentarista de telejornais da Globo e do SBT, os senhores Carlos Nascimento e Merval Pereira, entre outros, apoiaram abertamente acusação do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, à candidata do PT, Dilma Rousseff, de que ela e sua campanha teriam ordenado o vazamento de dados sigilosos da Receita Federal concernentes à filha daquele candidato, senhora Verônica Allende Serra.

A cobertura enviesada e parcial de redes de televisão e de rádio sobre fatos e ações políticas das candidaturas no atual processo eleitoral pode constituir verdadeira “propaganda eleitoral negativa” contra uma candidatura e, no caso em tela, vitimização da outra, violando os dispositivos da lei 9.504/97, de maneira que deve ser objeto de investigação e coibida pela Procuradoria Geral Eleitoral – PGE e pelo TSE – Tribunal Superior Eleitoral. E o que é pior: sem que exista uma única prova que sustente a acusação comprada, in limine, pelos concessionários públicos supracitados.

A ONG Movimento dos Sem Mídia – MSM, diante de resultados díspares entre os quatro maiores institutos de pesquisas eleitorais do País no início deste ano, propôs, de forma republicana, Representação perante a douta Procuradoria Geral Eleitoral – PGE “pedindo investigação sobre a realização e divulgação de pesquisas eleitorais fraudulentas”. A Representação foi aceita, estando em curso Inquérito na Superintendência da Polícia Federal em Brasília – DF para investigar a denúncia. Mais uma vez, frente a fatos e ações de órgãos de mídia que revelam indícios de tentativas de influenciar ilicitamente o processo eleitoral, o Movimento dos Sem Mídia – MSM, organização da sociedade civil, na defesa dos interesses maiores da República, da Democracia e do Estado de Direito, prepara nova Representação. A manifestação do MSM à Justiça Eleitoral será aberta a apoio de todo e qualquer cidadão brasileiro a investigação da atuação de redes de televisão e rádio que pode estar tentando influir indevidamente na vontade soberana do eleitorado, podendo vir a distorcer os resultados da eleição presidencial vindoura.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

DILMA CADA VEZ MAIS À FRENTE

VIA BLOG DO ESCREVINHADOR

Vox Populi: Dilma 51%, Serra 25%

publicada quarta-feira, 01/09/2010

O portal IG, em parceria com a Band, passa a divulgar pesquisas diárias do Vox Populi sobre a sucessão presidencial. Em linguagem técnica, é o tal “tracking” – levantamento que normalmente ficava restrito aos partidos e a um ou outro jornalista bem relacionado com as cúpulas partidárias.

Pois bem: o primeiro “tracking” IG/Band/Vox mostra que o Serra vai precisar de umas trinta procurações falsas e umas dez edições extraordinárias da “Veja”, além de dez minutos diários no “JN” de Ratzinger, para equilibrar o jogo. A pesquisa mostra Dilma com 51%, Serra com 25% e Marina com 9%.

Serra não consegue estancar a sangria. O que chama atenção: o eleitorado de Marina parece razoavelmente consolidado: com pouco tempo na TV e uma campanha fraquinha, ela consegue se manter nos 8% ou 9% há vários meses. E daí? E daí, nada.

O que interessa: Serra já tem menos da metade das intenções de voto de Dilma.

A partir de agora, poderemos acompanhar dia após dia como a exploração de um escândalo pra lá de mal contado pode ou não influir na eleição. A impressão desse corinthiano feliz é de que isso não vai dar em nada.

A essa altura, os tucanos precisariam de um “fato novo” realmente bombástico. Como disse um amigo: agora, pros serristas, só se a adversária for flagrada numa suruba com crianças do Jardim da Infância, contando dólares ao lado do Delúbio Soares.